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terça-feira, 13 de maio de 2014

MEIO AMBIENTE É TUDO

           MEIO AMBIENTE É TUDO, VAMOS PRESERVAR?
                             
As agressões ao meio ambiente, que ocorrem em todo o mundo, além de devastadoras, crescem de forma geométrica, comprometendo seriamente a vida do Planeta e de toda a Biodiversidade. Existem dois tipos de agressões ao meio ambiente: os de causas naturais, em função dos fenômenos climáticos, e os de causas artificiais, pela ação do  homem. As agressões provocadas pelo homem são mais danosas, porque são permanentes; seguem um processo contínuo e implacável. Diferentemente, os animais irracionais, que agem instintivamente, não causam danos ao meio ambiente, pelo contrário, eles promovem o equilíbrio ecológico de todo o ecossistema, sustentado pelas leis naturais, sempre a favor e para proteger o  ser humano.
É muito difícil entender porque nós, os humanos, conscientes que somos da importância do planeta Terra, diante de todo o Universo, mesmo assim, não temos nos preocupado com a preservação do mesmo, pelo contrário, temos agido de forma irresponsável, cometendo crimes ambientais previstos nas leis civis, degradando o meio ambiente de forma cruel e brutal, mesmo sabendo que estamos caminhando para um fim catastrófico. O que fazer então para mudar esta situação? Não podemos aqui, neste pequeno espaço, responder a essa pergunta; é um assunto vasto e complexo, mas o problema tem solução, sim. Medidas radicais e de grande envergadura são recomendadas pela comunidade científica internacional, em reuniões exaustivas de estudos e pesquisas, as quais deveriam ser postas em prática imediatamente pelos órgãos governamentais, mas isto nem sempre acontece. Entretanto, a gravidade maior do problema pode ser debitada à população consumidora, não simplesmente pelo fato de consumir, mas por consumir demais. Mudanças de hábitos, disciplina na economia doméstica; pequenos gestos pessoais que podem transformar um gasto em algo proveitoso para o bem comum; é a mudança de comportamento, sem a qual não chegaremos jamais ao estado social harmônico e saudável do desenvolvimento sustentável. Em fim, chegamos a triste conclusão de que os problemas ambientais ao invés de soluções esbarram no emaranhado da burocracia imposta pelos tecnocratas das administrações pública e privada. A culpa é da população? Ou dos governantes? Resposta óbvia: de ambos, estes por falta de competência de gestão, e aqueles por falta de responsabilidade pessoal. Que Deus nos acuda!
Para refletir: Quando você não está fazendo algo em benefício do meio   
ambiente, certamente está contribuindo para a destruição do mesmo. Isto é           
sustentabilidade!                                              
                                     

                                                   Francisco Machado
                                       Ativista voluntário do meio ambiente

                                                        (Auto didata)

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

A RESPEITO DO BEBÊ 7Bi

A RESPEITO DO BEBÊ 7BI, QUE JÁ NASCEU OU ESTÁ PARA NASCER
Para muitos países do mundo o crescimento desordenado da população não é problema tão sério como em outros. Nisto, o Brasil pode se gabar de ser um dos mais privilegiados: somente em seu território poderiam ser abrigados cerca de um terço desses sete bilhões já existentes no mundo. Impossível? Não. Basta fazer uma comparação com um outro país que está no outro extremo: o Japão. Este, ao contrário, já se acha em situação crítica há bastante tempo, porém, está enfrentado o problema do alto índice de densidade demográfica com maestria e, por isto, pode servir de exemplo para nós, os brasileiros.

Veja o resumo dos dados e compare:

                         País                    área m2                 População               Densidade demográfica

                         Brasil                 8.514.876              190.700.000                   22 hab/km2
                         Japão                    372.819              126.475.664                 337 hab/km2

Vemos que: a) a área geográfica do Japão é 22 vezes menor que a do Brasil;

b) portanto o Brasil pode conter 22 vezes a população do Japão, ou seja:

22 X 126.475.664 = 2.782.464.608

Você dirá: mas é muita gente, isto não pode acontecer. De fato não pode mesmo, porque se no Brasil isto viesse a acontecer, o mundo todo o seguiria. E a tão alardeada explosão demográfica ai é que aconteceria de fato. Somos uma aldeia global, e temos de seguir as regras impostas pelas nações, unidas ou não. É questão de sobrevivência.

O crescimento populacional do mundo é traumático por causa dos problemas que crescem juntos: fome, pobreza, miséria, violência, escassez de água e alimentos, epidemias, revoluções, guerras, catástrofes, etc.

Será que não tem jeito de crescer e progredir sem resolveer todos esses problemas? Parece que sim. Já temos exemplos de países que alcançaram esse nível de crescimento demográfico e progresso social ao mesmo tempo. Não precisamos procurar outro exemplo: é de novo o Japão, a nação mais rica e organizada do planeta, que apesar de não ter espaço geográfico sobrando para explorar, enriqueceu à custa de trabalho; trabalhando com matéria-prima importada, usando a inteligência para produzir bens úteis, aparelhos sofisticados de tecnologia de ponta.

Porque será que o Brasil não segue o exemplo do Japão? Imitar o que é bom, creio que é uma virtude. efieme@uol.com.br

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