Mostrando postagens com marcador socio/religioso. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador socio/religioso. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

IGREJA PRESBITERIANA DE CAMPINAS ENVOLVE-SE EM CAMPANHA SÓCIO-AMBIENTAL

IP Campinas se envolve em programa sócio-ambiental. Ação ocorre no domingo, 25 de setembro A campanha Limpa Brasil Let’s Do It! é uma iniciativa sócio-ambiental que tem por princípio conscientizar os cidadãos sobre a destinação correta do lixo e organizar mutirões de limpeza em cidades brasileiras. De acordo com o site oficial do evento, o primeiro passo é atingir o interesse das pessoas e das organizações sobre como é possível modificar a realidade das cidades sobre o lixo apenas com a ação individual. Conquistar as instituições e o povo por meio de um objetivo comum: limpar as cidades e mudar a atitude da população. A Igreja Presbiteriana de Campinas está mobilizando os membros para a participação da campanha “Limpa Campinas”, que acontece no dia 25 de setembro, domingo. Um aviso foi destacado no boletim semanal da igreja, chamando as pessoas que tenham interesse em ajudar em prol do meio ambiente. De acordo com o pastor da IP Campinas, rev. Wilson Emerick, a participação tem uma motivação pastoral e missiológica. "Nossa igreja desenvolve a sua caminha a partir de um projeto maior que pretende promover maior interação da igreja com a comunidade. O atual momento impõe à igreja dialogar com os diferentes segmentos da sociedade. Neste aspecto somos “co-beligerantes” em diversas causas que envolvem a cultura, a arte, o bem estar da comunidade. As atuais ações e programações da Ipcamp movem-se interna, mas também externamente, onde compreende o seu papel como “sal da terra”, ‘luz do mundo”, “fermento da massa”. Para tornar-se relevante no atual contexto a Ipcamp compreendeu ser indispensável manter interfaces com a sociedade fixando links em vários espaços e desenvolvendo uma pastoral contextualizada e urbana". Na IP campinas há uma classe da escola dominical destinada às reflexões acerca da responsabilidade do cristão com a natureza. Intitulada “Igreja Sustentável”, a classe é dirigida por membros da própria igreja, que buscam relacionar as aulas ministradas com as questões seculares que envolvem a conscientização e a ação de todos. "A Escola Dominical da Ipcamp propõe a capacitar melhor os cristãos para enfrentar os desafios da vida! Oferecemos diferentes cursos e os professores e alunos se encontram entusiasmados com esta proposta. No dia 05 de Junho comemoramos o “Dia do Meio Ambiente” na Escola Dominical. Autoridades da cidade e do meio acadêmico participaram de um painel discutindo com pessoas de nossa igreja. A partir deste evento, incluímos o curso “Igreja Sustentável” em nosso currículo. Uma classe de Escola Dominical discute este tema a partir da visão bíblico-teológica. O grupo pensa o tema e já realiza algumas ações em nossa comunidade. Planejamos transformar esta classe em um grupo de ação cristã que haverá de desenvolver inúmeras ações na igreja e na comunidade, cumprindo a ordem de Deus de cuidar do planeta", explicou rev. Wilson. O LIMPA BRASIL é o um movimento que já percorreu em 20 países e atualmente está nas principais capitais do país. Campinas é a única cidade contemplada no país que não é capital. A programação acontecerá em 40 bairros da cidade pretendendo ‘limpar” o lixo da cidade, a partir das 9 horas da manhã. "Os participantes incorporam a figura de “catadores” recolhendo o lixo e encaminhamento a grandes lixeiras. Em nosso caso, adotamos o distrito de Sousas e o encontro dos presbiterianos será na Igreja do distrito, ou seja, a Igreja Presbiteriana de Sousas, onde receberemos a camiseta da campanha e o kit de trabalho, assumindo o movimento: “Eu sou um catador”, afirmou. Ainda de acordo com rev. Wilson, o numero de participantes é difícil de precisar, já que a adesão foi muito boa por parte dos membros da IP Campinas e de igrejas do Presbitério de Campinas. "Felizmente, em Campinas as nossas comunidades encontram-se bem motivadas a campanhas deste tipo em que o nome de Cristo e da Igreja se destacam e testemunham a preocupação da igreja com o povo que também respeita e admira igreja". Para os protestante, segundo ele, essa preocupação deve estar ligada à forma de vida cristã na sociedade. "Em sua raízes históricas, o protestantismo não se limitou às quatro paredes. Aliás, desenvolveu-se nos ambientes acadêmicos e comunitários da Europa. Especialmente, o calvinismo infiltrou-se profundamente na vida social e comunitária das grandes cidades do Séc. XVI. Haja visto a ação de João Calvino que implantou a Teocracia em Genebra e influenciou profunda e positivamente esta importante nação. O pensamento social e econômico de Calvino não é bem conhecido de nossa gente. Algo significativo aconteceria com nossas igrejas se se estudassem a vida e a obra dos reformadores, especialmente dos que escreveram a nossa história. Quem dera a igreja de hoje preservasse as ricas tradições dos que se envolveram e foram bênçãos nas mãos de Deus através da Educação, da Música e da Arte, da Cultura, da Política etc. os cristãos são salvos para servir a Deus, ao próximo, a comunidade. Como dizia o teólogo Emil Brunner: “não existe serviço cristão do eu”. Cristianismo pensa e existe em função do outro, principalmente em buscar e salvar o perdido", concluiu rev. Wilson Emerick. No site da campanha Limpa Brasil há mais informações sobre as formas de colaboração e as cidades participantes. Em 2011, 0 movimento Limpa Brasil Let’s Do It! realizará mutirões de limpeza em diversas cidades brasileiras. A primeira delas, o Rio de Janeiro, aconteceu em 5 de junho, como parte das comemorações da Semana Mundial do Meio Ambiente. Acesse o site da campanha e saiba mais sobre a ação em sua cidade, ou nas proximidades dela, http://limpabrasil.com

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O FIM DO MUNDO

“A espécie humana tem 30% de chances de desaparecer nos próximos quatro séculos”. Quem faz esta previsão não é um religioso, mas um filósofo canadense chamado John Leslie, autor do livro intitulado The End of The World (O Fim do Mundo). Os argumentos que ele usa não são religiosos, mas científicos.
Na reportagem intitulada Vamos todos morrer, publicada na revista Super Interessante (novembro de 2000), o repórter Rafael Kenski reuniu as opiniões de gente importante do mundo da ciência para descobrir por que a espécie humana pode desaparecer.
A colisão de um cometa ou asteróide com o planeta seria uma possibilidade. Basta que esse corpo celeste tenha pelo menos um quilômetro de diâmetro e nada mais restará na face da Terra.
Não obstante o fim da guerra fria, o risco de uma guerra nuclear ainda existe. Stefhen Schwartz , diretor da Fundação Educacional de Ciência Nuclear, em Chicago, EUA, afirma que “os mísseis continuam prontos para serem lançados em segundos e a manutenção dos sistemas de segurança é fraca, principalmente na Rússia”. O mesmo cientista garante que “aumentou a chance de uma catástrofe nuclear começar por engano”.
Outro perigo sério que rodeia o planeta é o colapso ambiental. Como conseqüência do chamado efeito estufa – o abafamento causado pelo acúmulo de gazes poluentes na atmosfera – a temperatura do globo terrestre está aumentando.
A última década (l990/2000), foi a mais quente da história. A continuar assim, existe a possibilidade de morrermos torrados. O físico Stefhen Hawking explica: Temo que a atmosfera continue a se aquecer até chegarmos no estado de Vénus, em que o ácido sulfúrico entra espontaneamente em ebulição.
O curioso é que cerca de dois mil anos antes dessas previsões sombrias, um simples pescador do mar da Galiléia anunciou coisas muito parecidas: “Os céus se desfarão com estrondos, os elementos, devorados pelas chamas, se dissolverão e a terra, juntamente com as suas obras, será consumida” (2 Pe 3.l0). E Pedro nada entendia de astronomia ou física. O apóstolo falava da parte de Deus.
A grande diferença entre as previsões científicas e as previsões bíblicas é que estas não terminam com a destruição da espécie humana, mas com uma nota de grande esperança: “Nós, porém, segundo a promessa de Deus, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habitará a justiça” (2 Pe 3.13). (Extraído da revista Ultimato de janeiro/fevereiro 2001).

COMENTÁRIO:

Observem que o artigo da revista Ultimato acima transcrito, foi escrito no ano 2000. A principal previsão (desaparecimento da humanidade), contida em seu parágrafo inicial, era para os primeiros quatro séculos. Hoje, decorrido apenas uma década, as previsões dos mesmos técnicos e cientistas que vemos na mídia, diuturnamente, é que a continuar no ritmo que vai, a mesma previsão fica reduzida para apenas um século, ou seja, daqui a cerca de cem anos, o que poderá ser possível para muitos dos que vivem hoje presenciar estes acontecimentos terríveis, os quais poderão, não trazer o fim da humanidade, mas abreviar os dias da segunda vinda do Filho do Homem, para julgar a terra. Quanto às três “opiniões de gente importante do mundo científico para descobrir por que a espécie humana pode desaparecer” podemos analisá-las da seguinte forma: a) a colisão de um cometa ou asteróide com o nosso planeta; b) o risco de uma guerra nuclear, ainda que por acidente; e c) o sério perigo do colapso ambiental que rodeia a terra. Quer seja no campo científico, quer seja no campo religioso, o que podemos analisar é o seguinte: 1) A primeira causa, é apenas conjectura; é externa, estável e está fora de nosso controle como simples criaturas, embora inteligentes, mas sem nenhum poder para exercer quaisquer influências que possam modificar as leis do Universo criado por Deus; 2) A segunda causa – uma possível guerra nuclear – por se relacionar com a ação do homem (a invenção da bomba atômica), usando a inteligência dada por Deus, mas, de forma irracional. Embora referida tecnologia tenha evoluído tremendamente durante a segunda metade do século passado, pondo em risco a eliminação total da humanidade e de toda a obra da Criação, foi, a sua expansão, por entendimento das grandes potências mundiais, colocada em cheque, havendo até mesmo algum retrocesso com a proibição de novos países que surgiam como pretendentes a ingressar no fechadíssimo Clube Atômico; 3) A terceira causa – o colapso ambiental – cujas conseqüências já se faziam sentir naquele tempo (ano 2000) e que foram expostas com bastante clareza pelo autor do texto, o físico Stephen Hawking, esta não ficou estável, pelo contrário, disparou de tal forma que hoje, apenas dez anos depois, na primeira década do século 21, o que estamos presenciando – e vivenciando – é simplesmente estarrecedor, isto porquê, não vimos uma medida sequer, das que são recomendadas constantemente pelos órgãos internacionais serem postas em prática pelos governantes e população de todo o mundo, pelo menos no que tange aos problemas ambientais. Isto nos leva a acreditar que esta terceira causa é de fato crucial, pois o colapso ambiental, a essa altura, já é uma realidade em todo o planeta. Considerando que esta terceira causa é fortemente influenciada pelo homem, o que podemos e devemos fazer para reverter esta situação?
Das três “opiniões de gente importante do mundo científico, para descobrir por que a espécie humana pode desaparecer”, nós vimos que, dentre as causas apresentadas, a mais ameaçadora é, sem dúvida, a que se refere ao colapso ambiental, tendo em vista o crescimento assustador dos problemas ambientais desde a época em que foi escrito o artigo, no ano 2000. Esta é a razão pela qual podemos reafirmar que a situação é de fato crucial. Daí, a indagação que deixamos no ar: o que podemos e devemos fazer para reverter esta situação? Bem, primeiramente devemos reconhecer e assumir que, os problemas da área ambiental mais comuns, aqueles relacionados com o lixo urbano, são conseqüências de nossa própria irresponsabilidade. Uma vez que nós o geramos de forma excessiva, nós mesmos é que temos o dever de elimina-lo de nosso meio. Mas, como? É muito fácil. Vai depender, primeiramente, de uma tomada de posição por parte de cada indivíduo, de forma global, no sentido de comprometer consigo mesmo e, ao mesmo tempo, incentivar os outros para que também se comprometam em promover uma mudança de hábitos de forma radical, assim: todos os atos que contribuem para agredir o meio ambiente deverão ter em contrapartida um outro gesto para defende-lo das agressões (daremos, ao final, um exemplo só, mas suficiente para comprovar esta verdade). Sabemos que não é possível ninguém viver sem produzir os resíduos, tanto os sólidos como os úmidos; calcula-se que cada indivíduo produza em média um quilo dos dois tipos, por dia, o que equivale dizer que uma cidade com duzentos mil habitantes, pode gerar um volume de duzentos mil quilos, que é igual a duzentas toneladas por dia. E daí? Qual o problema? A coleta do lixo nas cidades nao é de responsabilidade do poder público? Sim, as prefeituras é que administram esse serviço que, na maioria das vezes é terceirizado. Mas elas administram mal, pois o problema do lixo está desafiando os governos municipais do País, quase que na sua totalidade. Quanto maior a cidade maior é o problema do lixo. As razões que levam todas essas administrações públicas do país a esse fracasso, não somos nós que vamos julgar. Entretanto, temos de assumir que também nós, do povo, somos responsáveis e temos a nossa parte de culpa neste fracasso. Acontece que as coletas do lixo, que deveriam ser seletivas, isto é, lixo seco separado do lixo úmido, não estão sendo, porque os moradores não estão fazendo, em suas cozinhas, essa separação. Este seria um dos gestos que iria resolver o grande problema do lixo urbano que vai para os aterros sanitários ou controlados; lixões, para as margens dos rios, etc., sem poder ser tratado, reciclado ou transformado em materiais úteis à sociedade, pelo simples fato de não ser feita a separação rigorosa em nossas cozinhas. Enquanto isso, o mundo desfalece, e a Humanidade caminha para o caos. Que Deus tenha misericórdia de nós, e nos abençoe. Pb Fmachado-(IPBC)
————————————————————-
SEJA UM VOLUNTÁRIO E ATIVISTA DO MEIO AMBIENTE! A NATUREZA AGRADECE

(Publicado no Boletim da Igreja Presbiteriana Brilho Celeste de Governador Valadares-MG, nos dias 24 e 31/07,e 07/08/2011).

terça-feira, 26 de abril de 2011

A POLÍTICA E O MEIO AMBIENTE



“As causas das agressões ao meio ambiente são de ordem política, econômica e cultural. A sociedade ainda não absorveu a importância do meio ambiente para sua sobrevivência. O homem branco sempre considerou os índios como povos “não civilizados”, porém esses “povos não civilizados” sabiam muito bem a importância da natureza para sua vida. O homem “civilizado” tem usado os recursos naturais inescrupulosamente priorizando o lucro em detrimento das questões ambientais. Todavia, essa ganância tem um custo alto, já visível nos problemas causados pela poluição do ar e da água e no número de doenças derivadas desses fatores” (Do site: www.yahoo.br/answers.com).
De fato, todos os seguimentos da sociedade têm demonstrado uma total falta de responsabilidade para com a mãe Natureza; tão generosa que ela é, amamenta os seres humanos e todos os demais do reino animal, enquanto filhotes, sustentando e protegendo-os de forma singular. O ser humano passa a ser chamado “civilizado” quando ele cresce e usa a sua inteligência para construir as grandes obras; ai o seu orgulho vai até as nuvens, ele se exalça e decide que é o maior, e que não depende de mais nada, nem de seu Criador; é o dono de tudo, e pode devastar tudo ao seu redor, simplesmente para satisfazer o seu ego. Ele se esquece de que, acabando com a Natureza, ele também se acaba; morre. Mas, a Natureza não morre; ela se recupera, ressurge do caos porque o solo degradado pelo homem guardou a semente de toda a Biodiversidade destruída e, sem a intervenção do homem, ela se recompõe com todas as suas forças; exuberante, maravilhosa até que chegue ali novamente o homem para novamente destruí-la. Até quando? Somente Deus o sabe. O que sabemos com certeza é que o Juízo, a seu tempo virá, para por fim aos descalabros provenientes da pecaminosidade da humanidade perdida.
Porque será que a Política – tão competente para tratar dos interesses pessoais de seus componentes - não pode resolver este problema do homem sempre guerreando contra a Natureza? Justamente por isto: porque os políticos (com raras exceções, justiça seja feita) só tratam de seus interesses pessoais. A corrupção campeia pelo mundo. Mas existem muitas exceções, muitos países civilizados sabem preservar e proteger o seu meio ambiente e, por isto, desfrutam dos benefícios proporcionados por um ecossistema equilibrado e produtivo desfrutando, por isto, de um padrão de vida mais elevado, com muito mais qualidade e segurança.
O crente fiel e obediente ao seu Criador, tem dois motivos cruciais para ser um defensor incondicional da Natureza: primeiramente, porque ele foi criado por Deus e colocado como o mordomo da Terra e, em segundo lugar, porque existem as leis terrenas que o obrigam a respeitar e preservar o meio ambiente. Portanto, o infrator destas duas leis será punido duplamente. É réu de crime e de pecado ao mesmo tempo. Que Deus nos abençoe, e tenha misericórdia de nós. Pb Francisco Machado (IPBC).

(Publicado no Boletim da Igreja Presbiteriana Brilho Celeste, de Gov. Valadares-MG, em 17/02/2011).

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | coupon codes