sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

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quinta-feira, 5 de junho de 2008

INDÚSTRIA DO LIXO E OS PROBLEMAS SOCIO-AMBIENTAIS

Desafio! Qualquer problema relacionado com o meio ambiente, como os que estamos vendo a todo instante nos noticiários da mídia, tanto no âmbito nacional, como em toda parte do mundo pode ser resolvido através do projeto da Indústria do Lixo, apresentado pelo livro O Brasil tem jeito?

Você não acredita?

E o que é mais interessante: a forma de se solucionar cada um desses problemas, segundo as sugestões apresentadas, somente se efetua resolvendo outros problemas, e estes na área social, porém, em todas as classes, desde a mais desfavorecida até a mais alta, e até as elites; sendo todas elas beneficiadas de tal modo que irá surpreender o mundo!

Como pode ser isto?

Da forma mais simples e natural; fácil de executar e sem nenhum gasto extraordinário, a não ser os custos normais em cada município ou cidade, de acordo com a sua arrecadação própria, seja ela uma grande metrópole, envolvida em um emaranhado de problemas os mais complexos, ou a menor cidade do país, carente de recursos externos e/ou internos, ou seja, cada qual poderá desenvolver os trabalhos com seus próprios recursos, sem a necessidade de equipamentos caros e um número de trabalhadores limitado (mão obra ociosa), proporcional ao número de seus habitantes.

É tudo muito simples e fácil de entender, mas é necessário ter uma disposição desprendida de qualquer interesse pessoal e secundário, carregada de um firme propósito de realizar um trabalho dos mais humildes, porém, dos mais honrados e benéficos em favor da coletividade, os quais somente se efetuam através de uma administração honesta, competente e muito inteligente!

Os resultados altamente benéficos, advindos das medidas sugeridas pelo projeto acima referido, são inúmeros. Para se ter uma idéia de sua magnitude, vamos apenas mencionar, nominalmente e de forma bastante resumida, alguns ítens conforme segue:

1 - A limpeza urbana, de forma completa, passará a ser imediatamente realizada em todos os setores de atividade humana: ruas, residências, hotéis, escolas, estabelecimentos comerciais de toda ordem, lotes vazios e terrenos baldios;

2 - O lixo, tanto o seco como o húmido (material reciclável e orgânico, devidamente separados por uma coleta seletiva rigorosa), terão destinação diferenciada: este para o aterro sanitário, agora transformado em praça de fabricação de adubo natural, e aquele para a seleção e venda.

(Isto já vem acontecendo, mas de forma completamente errada:
a) a separação do lixo úmido, nas residênncias e estabelecimentos comerciais, não é feita adequadamente, pois uma grande quantidade de material inorgânico (papéis de aluminio, celofane e outros não degradáveis, plásticos, latinhas de conservas vazias, cacos de vidro, pilhas e baterias de eletrodomésticos, etc.) está sendo misturado com o lixo orgânico para ser entregue ao serviço da coleta;
b) este lixo misturado (seco com o úmido) é levado para o aterro sanitário ou para os lixões a céu aberto, de qualquer forma causando o impacto ambiental pelo enchimento rápido desses depósitos, por ser o material de difícil decomposição, ficando o terreno e toda a área circunvisinha prejudicados para sempre pela contaminação do solo, subsolo, do ar e das águas nas adjacências).

3 - O setor agrícola, e toda a região campestre será beneficiada com a recuperação de terras degradadas para a agricultura e/ou para os reflorestamentos, inclusive os projetos para a produção em massa dos biocombustíveis, que estão nos planos de Governo Federal, para a substituição dos combustíveis fósseis convencionais, os maiores causadores da poluição ambiental;

4 - O sociedade. Esta será a maior beneficiada, começando pela classe mais desfavorecida -os catadores de papel que se encontram em estado de verdadeira exclusão, à margem da lei, sem apoio e sem nenhuma assitência patronal, apesar de serem auto-sustentáveis - que serão resgatados como cidadãos dignos e remuneração justa, tendo os seus direitos assegurados de acordo com as leis do País. Quanto às demais classes, todas receberão os benefícios resultantes do trabalho de unitilidade pública, na verdadeira expressão da palavra, prestado pela classe injustamente inferiorizada dos trabalhadores nas áreas de limpeza urbana e do campo, aliás, em toda parte dos setores produtivos deste imenso território brasileiro.

5 - Meio ambiente. Referidos benefícios não se restringem apenas aos de ordem social, humanamente falando, mas também com relação ao meio ambiente, que é complemento preponderante do bem-estar social, desafiador do presente século, será impactado com os efeitos extraordinários deste projeto.

O Livro O Brasil tem jeito?, que expõe com mais detalhes o plano da Industria do Lixo pode ser adquirido pela Internet, através do site: http://www.corifeu.com.br/ ou com o autor

Francisco Machado
Rua C, n° 209 - Nova Jk II
CEP 35045-520 - Governador Valadares-MG

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Acesse também o site: http://www.leigomaniafm11.com.br/

sábado, 24 de maio de 2008

O ETANOL NA POLÍTICA INTERNACIONAL

NOTÍCIAS QUE INTERESSAM AO PROJETO DA
INDÚSTRIA DO LIXO

O ETANOL

Um dos assuntos que mais têm ocupado o noticiário na mídia ultimamente é o que se refere ao etanol, e este, mesmo lá no exterior, envolvendo sempre o Brasil, que está sendo reconhecido pela comunidade internacional como o país detentor do maior potencial na produção do biocombustível como o mais provável substituto do petróleo que, além do fator altamente poluente que possui está sendo usado como instrumento de manipulação pelos seus produtores (os donos do mundo) com a elevação abusiva dos preços, e ainda mais por trata-se de um produto de fonte não renovável que em um futuro não muito distante estará se esgotando.

Tudo isto leva os países consumidores – mesmo aqueles que são produtores do óleo combustível convencional – a se interessarem por um produto alternativo para a locomoção de suas frotas de veículos, que crescem assustadoramente em toda parte do mundo.

A notícia mais recente veiculada sobre o assunto (20/05) é com respeito aos países europeus, os quais estão propensos a retirar os subsídios para a produção de etanol, principalmente a Alemanha, de onde vem a informação, segundo a qual, deixa bem clara a intenção de ficarem na dependência da importação dos biocombustíveis, porém, com a condição de que a sua produção nos países de origem devem obedecer rigorosamente as leis de defesa do meio ambiente, e ainda mais, com a recomendação de que o cultivo das espécies vegetais jamais venha interferir de forma a prejudicar a produção de alimentos – no caso, um recado direto ao Brasil, cujo presidente está prometendo fazer isto, com a maior competência.

Será?

O presidente Lula está bastante eufórico com a situação privilegiada do Brasil: auto-suficiente na produção de petróleo, cuja prospecção oferece perspectivas ainda mais animadoras, com as descobertas recentes de grandes poços na Bacia de Campos, propalados como os maiores do mundo; as imensas áreas para expansão agrícola dos biocombustíveis com todas as condições favoráveis a qualquer tipo de lavoura para abastecer uma boa parte do Planeta, tanto no que se refere a alimentos como ao precioso e cobiçado etanol.


Entretanto, deve-se considerar que, referida expansão irá depender de medidas que poderão ter sérios obstáculos na sua execução, levando-se em conta os tipos de áreas que o país dispõe, que se resume em dois tipos distintos, ou seja, as áreas de terras já devastadas – e a maior parte degradadas e improdutivas – as quais poderão e deverão ser recuperadas através de uma fertilização em grande escala, requerendo investimentos de grandes proporções, e quanto à segunda opção será através do desmatamento de florestas naturais, o que sabemos ser improvável diante das exigências das leis de proteção ambiental do próprio país, e que é também parte preponderante das exigências dos países que provavelmente serão os futuros importadores do etanol e outros tipos de biocombustíveis, os quais, de antemão, já estão se declarando contrários a esta medida extrema.

Qual será a opção do Presidente?

Cremos ser possível apenas a primeira opção, que será a utilização das terras degradadas.

Porquê?

Por que a fertilização das terras degradadas de todo o Território Nacional é muito mais fácil do que se pensa.

É onde entra o nosso projeto simples e barato, mas plenamente eficiente e viável da INDÚSTRIA DO LIXO!

Argumentos?

Para quem não conhece o livro O BRASIL TEM JEITO?, onde está exposto o projeto da Indústria do Lixo, apresentamos apenas o seguinte argumento que tem a ver com o assunto:

Com o objetivo de neutralizar a agressão ao meio ambiente através do lixo orgânico (úmido deteriorável), e outros tipos de materiais poluentes ou não, provenientes da limpeza urbana, todos de fácil decomposição a indústria do lixo irá promover a transformação de todo esse material em adubo natural
(uma espécie de terra vegetal, sem composições químicas), para aplicação na agricultura e recuperação de terras degradadas a curto prazo.

Em vista do volume incalculável de matéria prima proveniente da coleta seletiva do lixo urbano em todo o País, que deverá passar pelo processo de transformação, a produção do adubo em todo o Território Nacional, teria um potencial de grandes proporções na recuperação de áreas degradadas, e/ou, para adubação de terras agricultáveis em todo o País, não sendo possível prever a proporção a ser alcançada inicialmente. Entretanto, podemos de uma forma empírica, dizer que a quantidade a ser atingida não é relevante, mesmo porque o processo não será de forma nenhuma temporário, mas perpétuo na mais verdadeira expressão da palavra: o lixo, sempre o teremos conosco, o meio ambiente precisa ser defendido, e o adubo natural será sempre bem-vindo para a produção dos alimentos orgânicos. O que está, sob todos os aspectos, ecologicamente correto. A nossa saúde e a saúde do Planeta terra agradecem.

Francisco Machado

terça-feira, 18 de março de 2008

O BRASIL TEM JEITO?

Sim, o Brasil tem jeito! Por mais difícil que pareça, vc pode acreditar! Existe uma forma muito simples, natural e descomplicada para mudar o Brasil; você não acredita, não é mesmo?
E o MUNDO, tem jeito? também tem! A mesma idéia, o mesmo PLANO, que mais parece um passe de mágica poderá salvar o mundo do caos e da destruição! Leia o livro O BRASIL TEM JEITO? e verá como tudo é tão simples e fácil. Não se trata de planos mirabolantes, técnicas avançadas são dispensáveis, em favor da mão de obra farta e essencialmente útil à classe trabalhadora mais pobre e injustiçada, os excluídos da sociedade brasileira que vivem na informalidade! Informalidade? Não, na ilegalidade! Mas, são marginais? Bandidos? Definitivamente, não! São pobres trabalhadores que vivem em total desamparo de seus goverantes, que são os seus patrões ausentes; ausentes e perversos, pois não lhes conferem o mínimo de direitos sociais, que são outorgados pela nossa Constituição Federal (art. 6°); são autosustentáveis e vivem, a maioria, na miséria total!
Veja também pelo site: http://www.leigomaniafm11.com.br/ tudo sobre o assunto, o qual expõe a idéia do plano da indústria do lixo! Esta, sim, é a verdadeira indústria que poderá salvar o Brasil e o mundo do caos e da destrição!

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

LIXO URBANO/COLETA SELETIVA

A coleta seletiva do lixo urbano tem sido um desafio para as administrações públicas. Você sabe porquê? É fácil entender. Os responsáveis pelo serviço da limpeza urbana, os educadores, os ambientalistas, os donos de estabelecimentos comerciais e domicílios; todos estes com o apoio total da imprensa falada, escrita e televisada (a mídia), são unânimes em proclamar a necessidade urgente de se fazer a separação do lixo urbano de uma forma rigorosa e criteriosa, com a finalidade de, em primeiro lugar, resolver o problema da poluição e da degradação ambiental que se desenvolve por toda parte, e vem crescendo assustadoramente; catastrófica e assombrosamente! É exagero? É sensacionalismo? De forma nenhuma! É a pura verdade, todos sabem disso e estão prontos a colaborar, inclusive, muitos, a maioria, pode-se assim dizer, já vem tentando fazer esta seleção em seus domicílios e estabelecimentos para ser feita a coleta de acordo com as regras determinadas por estes setores da sociedade. Mas, de que adianta? se os que impôem tais regras, isto é, o poder público, não cumpre a sua parte dando uma destinação correta a uma parte do lixo - que tem sido julgada desprezível, mas é talvez a mais valiosa - justamente aquela que é a causadora de todo o problema da poluição ambiental? Sabe qual é? É o lixo orgânico, ou lixo úmido, como é chamado. Veja bem, esta parte mais problemática do lixo urbano tem sido destinada aos funestos aterros sanitários; mesmo sabendo tratar-se de uma medida inócua e perigosa, pois, irá causar problemasa curto prazo, os quais poderão ser fatais tanto quanto o lixo deixado a apodrecer na superfície da terra.
Você já deve estar desiludido com essas ineficientes campanhas levadas a efeito para resolver o problema do lixo urbano, não é mesmo? As crianças nas escolas tem sido usadas, vamos dizer assim, nessas campanhas educativas, aliás muito positivas, e elas ficam animadas, levam para suas casas as orientações que recebem, procuram por em prática tudo que aprendem; os pais apoiam, fazendo também a sua parte, pois estão bem conscientes dos perigos a que estão sujeitas num futuro muito próximo. Mas ao final, apenas frustrações, pois aqueles que estão com a responsabilidade maior, de colher o lixo depois de selecionaodos, simplesmente levam de qualquer maneira; principalmente a parte do orgânico, que vai todo misturado com dejetos de materiais sólidos, direto para o aterro sanitário, ao invés de ser aproveitado para o trabalho de transformação em adubo natural através da compostagem.
E pensar que tudo isto poderia ser evitado, com medidas simples e naturais, que temos sugerido aos políticos e governantes, as quais consistem em um projeto já elaborado, o qual oferece todas as condições para solucionar o grande problema do momento, ou seja, a poluição ambiental que está desafiando o mundo! Trata-se de um plano de fácil aplicação, que irá resolver juntamente com o problema do lixo, outros também igualmente graves, que é a inclusão social de grupos marginalizados e injustiçados, tais como os catadores de papel e os garis; sem levar em conta ainda os grandes benefpicios ao meio rural, com a recuperação de terras degradadas, e a implementação dos insumos na agricultura, tanto para os projetos da iniciativa privada como os da área governamental para a produção em alta escala do biocombustível e ainda para os reflorestamentos.
Referido plano está exposto no singelo livro O BRASIL TEM JEITO?, cujo foco está centrado exatamente na chamada indústria do lixo. Peça-o pela Internet: http://www.corifeu.com.br/ .
ou acesse o site: http://www.leigomaniafm11.com.br/ .

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

O BRASIL PASSA DE DEVEDOR A CREDOR

E agora, José?

O Brasil está eufórico! O Presidente feliz! O povo brasileiro comemora: “Não somos mais um país atolado em uma dívida externa que, além de impagável, sufocava a economia, sustentava a miséria dos excluídos, mantinha a nação em um nível classificatório bastante inferiorizado diante do ranking mundial; um país do terceiro mundo; humilhado, oprimido; vítima das nações ricas; escravo dos organismos financeiros internacionais”.
De fato, tudo isso é verdade, mas não nos pertence mais! Entretanto, apesar de não querermos ser pessimistas, neste momento de euforia em que todos os brasileiros respiram aliviados e se alegram por ter o Brasil realizado este sonho, que é o de ser um país independente, de fato e de direito, não podemos deixar de considerar, pelo menos, o seguinte: a dívida externa não foi exatamente paga; os juros continuarão ainda corroendo a economia, em detrimento do povo, principalmente a pobreza, e muito esforço ainda há que se fazer para alcançar a situação ideal de verdadeira paz e progresso social para o povo brasileiro, isto quando não existir mais dívidas, externa e interna também.
Mas, o Brasil tem dinheiro; dinheiro vivo em caixa! quase duzentos bilhões de DÓLARES estão disponíveis. Que maravilha, hein? E, honra seja feita, tudo graças a habilidade do atual presidente da República, o qual conseguiu esta proeza sem precedentes nos últimos cinqüenta ou sessenta anos de nossa história; mesmo a despeito de ter passado por momentos difíceis durante toda a sua gestão (primeiro e segundo mandatos), quando seus "leais" companheiros de partido, o colocaram em situação verdadeiramente melindrosa, quase o derrubando do poder.
E agora, presidente? O que você vai fazer com todo esse dinheiro acumulado? Será que chegou a hora e a vez do pobre, do trabalhador, do agricultor ou simplesmente do autônomo, na informalidade, até mesmo os beneficiários da ridícula bolsa de família, serem recompensados com uma assistência efetiva e justa em suas necessidades primordiais, deixando de viver em extrema situação de pobreza e numa perversa exclusão?
E agora, senhor Lula? Seria o seu plano para esta parte restante de seu segundo mandato continuar acumulando mais dinheiro? Será que não chegou a vez do pobre, do miserável, do excluído ter a sua chance de viver com um pouco mais de dignidade? Ou, quem sabe, pode estar em seus planos dar um trabalho assalariado a todos esses injustiçados, cansados de sofrer, juntamente com suas famílias? Esperamos poder ver isto, senhor Luiz Inácio Lula da Silva. Que Deus o ilumine, para o bem do Brasil!

sábado, 16 de fevereiro de 2008

MEIO AMBIENTE: PRIORIDADE ABSOLUTA

1 - Adubo orgânico Natural
2 - Efeitos e vantagens na produção dos orgânicos
3 - Dez motivos para se consumir produtos orgânicos
4 - Desenvolvimento sustentável
5 - A Compostagem


Acompanhe a explanação, a seguir, que irá culminar com uma idéia simples e prática
para solucionar os problemas do Meio Ambiente: A INDÚSTRIA DO LIXO!

Adubo orgânico natural

Adubo orgânico ou natural, é o produto do lixo orgânico, que é também chamado de lixo úmido, composto dos seguintes elementos residuais:
- sobras e restos de comida (separada dos ossos e embalagens de qualquer tipo: metálica, plástica, vidro, etc.);
- restos de cereais estragados ou sujos;
- restos de verduras (folhas, talos, etc.);
- cascas e sementes de frutas e legumes (banana, laranja, batatas, melancia e mandioca são as principais e as mais abundantes e comuns na cozinha brasileira).
- papel higiênico usado e qualquer outro tipo de papel toalha, de fácil decomposição na água ou na terra úmida;
- folhas secas ou verdes provenientes das podas da arborização urbana;
- aparas de gramas e outras vegetações rasteiras;
- qualquer outro tipo de material abandonado em vias públicas ou terrenos baldios, que esteja em decomposição e que possa ser misturado ao bolo da compostagem para ser transformado em adubo para a agricultura em geral.
É SIMPLESMENTE FANTÁSTICO, o que poderá resultar do aproveitamento de todo esse material ai mencionado, para a transformação em adubo natural.
MAS, POR OUTRO LADO, É TAMBÉM INCRÍVEL o fato de que esses elementos – fatores principais das causas de poluição do meio ambiente, quando recebem uma destinação inadequada ou incorreta - estarem sendo, até os dias atuais, jogados nos esgotos, nos rios, nos aterros sanitários ou simplesmente abandonados nas vias públicas e áreas urbanas, tornando-se imundícias causadoras de mal cheiro; criatórios de insetos perniciosos e nocivos à saúde; fontes de contaminação, causando muitas vezes epidemias ou doenças graves ao ser humano.
Parece não existir uma só razão para justificar a situação como a que está vivendo toda a humanidade hoje, como antigamente.

Efeitos e vantagens na produção dos orgânicos

Porque os alimentos orgânicos são mais saborosos, mais nutritivos; o sabor e aroma mais intensos? A resposta é óbvia: é por que eles são cultivados com o adubo natural, portanto, sem o uso de fertilizantes químicos ou agrotóxicos. O produto orgânico é também limpo e saudável, pois o seu cultivo vem de um sistema que observa as leis da natureza e todo o seu manuseio está baseado em um processo de respeito ao meio ambiente e a preservação dos recursos naturais.
Mas não são somente estas as vantagens que o adubo natural oferece aos seres humanos e à natureza. Estes são apenas os efeitos à curto prazo, porquanto à longo prazo temos benefícios ainda maiores. Alguns exemplos: os métodos orgânicos de produção são todos favoráveis ao equilíbrio ecológico e, trabalhar de modo harmônico e convergente em relação ao tempo, ritmo, ciclos e limites da natureza, tende a reduzir substancialmente os seus custos, podendo até mesmo competir com o agro-químico em termos de produtividade e resultados econômicos, sem, entretanto, apresentar os aspectos negativos já conhecidos desse sistema de produção.
O agricultor, que considera a natureza sua aliada, amiga, observa-a, e está sempre aprendendo com ela. Percebe as relações que existem entre todos os elementos que compõem o meio ambiente. Enfrentando as dificuldades impostas pelos limites naturais em relação ao processo de produção, este agricultor, acreditando na sorte (muitas vezes fica sujeito às conseqüências dos fenômenos climáticos), porém, confiando muito mais no seu trabalho profícuo, incansável procura produzir de maneira economicamente viável, mas respeitando o ritmo da natureza, esforçando para encontrar o máximo de equilíbrio com a mesma.
A seguir, passamos a transcrever, na íntegra, do site www.naturalrural.com.br, as seguintes informações:

"Dez motivos para consumir Produtos Orgânicos

1. Evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas tóxicas. Pesquisas e estudos têm demonstrado que os agrotóxicos são prejudiciais ao nosso organismo, e os resíduos que permanecem nos alimentos podem provocar reações alérgicas, respiratórias, distúrbios hormonais, problemas neurológicos e até o câncer.
2. Alimentos orgânicos são mais nutritivos. Solos ricos e balanceados com adubos naturais produzem alimentos com maior valor nutritivo.
3. Alimentos orgânicos são mais saborosos, com aromas mais intensos – em sua produção não há agrotóxicos ou produtos químicos que possam alterá-los.
4. Protege futuras gerações de contaminação química. A intensa utilização de produtos químicos na produção de alimentos afeta o ar, o solo, a água, os animais e as pessoas. A agricultura orgânica exclui o uso de fertilizantes, agrotóxicos ou qualquer produto químico; e tem como base de seu trabalho a preservação dos recursos naturais.
5. Evita a erosão do solo, através das técnicas orgânicas tais como rotação de culturas, plantio consorciado, compostagem, etc. O solo se mantém fértil e permanece produtivo ano após ano.
6. Protege a qualidade da água. Os agrotóxicos utilizados nas plantações atravessam o solo, alcançam os lençóis de água e poluem os rios e lagos.
7. Restaura a biodiversidade, protegendo a vida animal e vegetal. A agricultura orgânica respeita e equilíbrio da natureza, criando ecossistemas saudáveis. A vida silvestre, parte essencial do estabelecimento agrícola é preservada e áreas naturais são conservadas.
8. Ajuda os pequenos agricultores. Em sua maioria, a produção orgânica vem de pequenos núcleos familiares que tem na terra a sua única forma de sustento; mantendo o solo fértil por muitos anos, o cultivo orgânico prende o homem a terra e revitaliza as comunidades rurais.
9. Economiza energia. O cultivo orgânico dispensa os agro-tóxicos e adubos químicos, utilizando intensamente a cobertura morta, a incorporação de matéria orgânica ao solo e o trato manual dos canteiros. É procedimento contrário da agricultura convencional que se apóia no petróleo como insumo de agrotóxicos e fertilizantes e é a base para a intensa mecanização que a caracteriza.
10. O produto orgânico é certificado. A qualidade do produto orgânico é assegurada por um Selo de Certificação. Este Selo é fornecido pelas associações de agricultura orgânica ou por órgãos certificadores independentes, que verificam e fiscalizam a produção de alimentos orgânicos desde a sua produção até a comercialização. O Selo de Certificado é a garantia de estar adquirindo produtos mais saudáveis e isento de qualquer resíduo tóxico. No "Brasil existem 45 produtores com o selo orgânico fornecido pelo IBD (Instituto Biodinâmico de Desenvolvimento Rural)".

Não seria um contra-senso, uma temeridade deixar de considerar todos esses benefícios que os produtos orgânicos podem proporcionar aos humanos e a todos os seres vivos? Será que estamos todos loucos? Existem dificuldades para se colocar em prática um plano como o que estamos apresentando aqui sobre a indústria do lixo, o qual irá proporcionar todos estes benefícios aos seres vivos e ao meio ambiente?
Que alegações os homens que estão com a responsabilidade de dirigir este País poderiam apresentar, como empecilhos, na implantação deste plano? Seriam estas?
• Mão de obra escassa e cara;
• quantidade de matéria prima insuficiente;
• falta de demanda (consumidores);
• altos custos operacionais;
• retorno incerto para os investidores.

Que outras alegações mais eles teriam? Difícil saber. E ter a certeza de que todas essas alegações seriam totalmente falsas. De acordo com as sugestões que estamos apresentando não existe uma só dificuldade para a implantação e execução do projeto da indústria do lixo em todo o Brasil.
Então, que razões verdadeiras poderiam existir? Seriam estas?

  • Falta de interesse e vontade política dos governantes;
  • falta de interesse dos órgãos oficiais e entidades em financiar empreendimentos de cunho social;
  • falta de espírito humanitário por parte dos poderosos donos das caixas beneficentes e bancos privados e estatais;
  • falta de interesse dos políticos em geral, pois eles (todos) só interessam investir em grandes empresas, grandes negócios;
  • não vêm nenhuma conveniência em investir em associações de pobres, compostas de pessoas humildes, sem a contra-partida das gordas contas bancárias; gente sem direção e sem ninguém para instruí-los em seus empreendimentos.
É uma lástima que tudo isto esteja acontecendo no mundo dos nossos dias; mundo do pós-modernismo, do século 21, o qual parece estar caduco, sem referencial, sem juízo e sem rumo, ou melhor, rumando para o precipício!
Que Deus nos acuda!

Desenvolvimento sustentável

Uma das formas que têm sido mais discutidas ultimamente, procurando amenizar os problemas resultantes do crescimento econômico, que garante o acesso ao consumo e ao bem-estar material e, ao mesmo tempo preserva o meio ambiente é a que se refere ao desenvolvimento sustentável, a qual aponta uma relação estreita entre pobreza e a degradação ambiental. Embora o termo tenha sido criado na alta esfera do mundo político (Relatório Nosso Futuro Comum, da ONU em 1987), podemos, entretanto, a despeito de pertencermos à área bastante inferiorizada, do leigo, afirmar – com base em experiências ao longo da vida – que, desenvolvimento sustentável, é o uso dos recursos naturais em toda a sua plenitude, proporcionando ao homem comum prosperidade através de trabalho digno; criando riquezas e bens comuns a todas as camadas da sociedade; resgatando a cidadania através de trabalho dignamente remunerado, evitando aplicar qualquer método que possa ser uma violência contra a natureza; nada de incineração, nada de processos químicos, nada de agrotóxicos mas, apenas, aquilo que transforma naturalmente a matéria orgânica, fazendo-a voltar ao seu estado primitivo de nutriente puro, cumprindo neste ciclo natural e bendito o seu papel de responsável pela preservação de toda a biodiversidade no mundo em favor dos seres vivos.
O projeto da INDÚSTRIA DO LIXO, aqui apresentado, com toda a sua singeleza, sem técnicas avançadas, sem sofisticação; simples como são simples os brasileiros que dele vão participar e se beneficiar: trabalhando, cooperando, compartilhando é, sem dúvida nenhuma um projeto adequado a qualquer plano que visa aplicar essa formula tradicional, primitiva e sempre eficiente do desenvolvimento sustentável.

A Compostagem

Compostagem, pode ser uma palavra moderna, mas o método é primitivo. Todos sabem que a terra tem o poder natural de se recuperar, se o que ela produz (todo o material orgânico) for devolvido a ela – não precisa ser a totalidade mas, apenas as sobras. As terras cobertas pelas florestas chamadas "virgens", recebem, das árvores, o alimento necessário para mantê-la nutrida, através das folhas que caem sobre elas, protegendo-as, ainda das erosões e da desertificação.
A terra que primitivamente era toda coberta por florestas exuberantes, teve que sofrer, um dia, a devastação pelo homem, com finalidades, justas ou não (não podemos julgar) mas, em parte, necessárias, isto podemos ter a certeza. O máximo que podemos dizer, em termos de censura por este comportamento do homem, através dos tempos, é que não foi sempre observado por ele uma forma de progresso do qual ele, o homem, sempre necessitou, chamado de desenvolvimento sustentável, que hoje está sendo visto como a única forma de salvar o mundo da devastação total de suas riquezas naturais.
A compostagm é, portanto, a forma natural de se corrigir os desvios que fazem do desenvolvimento uma arma de destruição, ao invés de uma prática saudável e eficiente no sentido de se criar os bens comuns em favor do bem estar do homem e das outras criaturas e que lhes cercam.
Existem muitas técnicas para o processo da compostagem, umas mais complicadas e outras mais simples, as quais estão sendo aplicadas com êxito, porém, em pequeníssima escala. São, na maioria das vezes, indivíduos solitários que produzem o adubo natural para o seu consumo somente, seja em um sítio ou em uma casa, até em apartamentos as pessoas recebem sugestões para produzir o adubo necessário para os seus jardins e plantas nos vasos caseiros.
Aqui vai, então, o nosso questionamento: Se essas experiências estão dando certo, para o aproveitamento do lixo orgânico de um domicílio, seja casa ou apartamento; seja no sítio ou fazenda, conseguindo uma produção tímida de um produto tão útil, essencial pra a sobrevivência, que é o adubo natural, porque não aproveitar então todo o material orgânico residual produzido em toda a cidade? É o que estamos sugerindo no plano aqui apresentado para a implantação da indústria do lixo, de forma simples e descomplicada; sem nenhum ônus para a sociedade, em vista da auto-sustentabilidade do projeto.
Como temos demonstrado em outras partes deste trabalho a compostagem pode ser o método que irá transformar, para melhor, o meio ambiente, o habitat natural da Biodiversidade, onde ela for implantada. Experiências práticas que realizamos, de fundo de quintal, nos dão bases suficientes para essas afirmações. As nossas terras poderão ser recuperadas, revitalizadas, e voltar a ser como eram antes do Descobrimento. Você pode achar que isto é impossível, primeiro pela imensidade da extensão do nosso solo empobrecido, e segundo, pelo fato de, até hoje, ninguém ter se preocupado ou não ter encontrado uma forma tão simples como esta para resolver os problemas sociais que nos afligem de forma desesperadora: a degredação do meio ambiente e a exclusão social. Então, o nosso melhor e maior argumento para a adoção do sistema da compostagem, inserido no projeto oferecido é o seguinte: se estes dois problemas cruciais, que não são somente os maiores mas, também os causadores de todos os demais problemas do mundo podem ser resolvidos com as medidas aqui sugeridas, porquê não adotá-las?

Um questionamento ou uma dúvida que certamente seria colocado aqui, até mesmo pelos bem intencionados: "A compostagem de todo os material orgânico das cidades seria possível?". Respondemos:

A compostagem aqui sugerida, isto é, em termos da quantidade enorme, por abranger todos os setores sociais - residências, bares, restaurantes, hoteis, escolas, fábricas, todos como pontos produtores do lixo orgânico - pode parecer inviável diante do que tem sido praticado por indivíduos solitários, quando por sua própria iniciativa e para atender apenas suas necessidades ele coloca em prática o que tem sido feito neste campo da compostagem, usando apenas o material orgânico que ele produz; neste caso, a técnica utilizada não seria viável para a quantidade que estamos prevendo de ser aproveitada, de todo o material produzido pela sociedade em geral. Mas, aqui, a técnica mais sofisticada seria dispensada, em favor de uma forma totalmente simples e prática, a qual iria consistir apenas em uma mistura do material orgânico com a terra, podendo ser este processo equivalente, em termos de custos e mão de obra, ao serviço do aterro sanitário, que seria substituído por este processo que estamos sugerindo, o qual somente será possível se for separado, rigorosamente, do material orgânico todo e qualquer detrito de material inorgânico (sólido, como os metais, vidros, plásticos, etc.), e isto terá de ser feito ainda nos domicílios e em todos os pontos de produção do lixo urbano.

Uma coisa deve ficar bem clara! Este pocesso de transformação do material orgânico em adubo natural, tem como objetivo principal a eliminação do lixo úmido, o principal poluente da terra, das águas e do ar; o seu aproveitamente como adubo na agricultura é uma consequência, e que bemdita consequência, pois ela irá ser utilizada para a recuperação de terras degradadas, que serão totalmente revitalizadas; as florestas poderão ser preservadas, e até mesmo recuperadas! Não faltará terras agricultáveis. Os projetos governamentais serão beneficiados de maneira surpreendente; todo mundo será beneficiado com esta nova forma de viver, isto é, um ambiente sadio, com trabalho para todos. Todas as classes sociais serão beneficiadas com esta idéia simples e prática, que é a INDÚSTRIA DO LIXO!

O Plano da Indústria do Lixo, está exposta no livro O BRASIL TEM JEITO? e também no site http://www.leigomaniafm11.com.br/ , onde você poderá ter mais informações sobre o assunto.

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