quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

INDÚSTRIA VAI SUBSTITUIR ATERRO SANITÁRIO

Nova Indústria vai Reciclar Lixo em Curitiba


Por

Celina Nascentes

– 13 de agosto de 2011Publicado em: Notícias, Reciclagem

Sistema substituirá aterro sanitário da Caximba.

Cerca de 2,4 mil toneladas

de lixo vão virar adubo e material energético.

Indústria vai transformar em adubo e material energético cerca de 2,4 mil toneladas de lixo. (Foto: Divulgação)

Uma nova indústria vai substituir o aterro sanitário da Caximba, em Curitiba, e passará a processar 100% do lixo produzido na cidade para reciclagem. De acordo com a prefeitura, o Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos (Sipar) será uma indústria em que a matéria-prima é o lixo.

Ainda segundo a prefeitura, a indústria vai reciclar e transformar em adubo e em material energético as cerca de 2,4 mil toneladas de lixo geradas diariamente pela população de Curitiba e de outros 15 municípios que hoje utilizam o aterro da Caximba. A prefeitura ainda estuda qual a melhor área para receber a indústria.

A prefeitura afirma que a instalação da indústria seguirá critérios rigorosos de instalação, cuidados com o solo, com o ar e outros fatores de proteção que requerem tecnologias específicas. Todo esse cuidado será fiscalizado pelos órgãos ambientais competentes. No novo sistema, o lixo será depositado em local fechado.

Fonte : Marca Ambiental

Para ver a gradiosidade deste empreendimento, acesse o site:

              www.ambientalsustentavel.org/2011/nova-industria-vai-reciclar-lixo-em-curitiba



terça-feira, 20 de dezembro de 2011

IGREJA PRESBITERIANA DE CAMPINAS ENVOLVE-SE EM CAMPANHA SÓCIO-AMBIENTAL

IP Campinas se envolve em programa sócio-ambiental. Ação ocorre no domingo, 25 de setembro A campanha Limpa Brasil Let’s Do It! é uma iniciativa sócio-ambiental que tem por princípio conscientizar os cidadãos sobre a destinação correta do lixo e organizar mutirões de limpeza em cidades brasileiras. De acordo com o site oficial do evento, o primeiro passo é atingir o interesse das pessoas e das organizações sobre como é possível modificar a realidade das cidades sobre o lixo apenas com a ação individual. Conquistar as instituições e o povo por meio de um objetivo comum: limpar as cidades e mudar a atitude da população. A Igreja Presbiteriana de Campinas está mobilizando os membros para a participação da campanha “Limpa Campinas”, que acontece no dia 25 de setembro, domingo. Um aviso foi destacado no boletim semanal da igreja, chamando as pessoas que tenham interesse em ajudar em prol do meio ambiente. De acordo com o pastor da IP Campinas, rev. Wilson Emerick, a participação tem uma motivação pastoral e missiológica. "Nossa igreja desenvolve a sua caminha a partir de um projeto maior que pretende promover maior interação da igreja com a comunidade. O atual momento impõe à igreja dialogar com os diferentes segmentos da sociedade. Neste aspecto somos “co-beligerantes” em diversas causas que envolvem a cultura, a arte, o bem estar da comunidade. As atuais ações e programações da Ipcamp movem-se interna, mas também externamente, onde compreende o seu papel como “sal da terra”, ‘luz do mundo”, “fermento da massa”. Para tornar-se relevante no atual contexto a Ipcamp compreendeu ser indispensável manter interfaces com a sociedade fixando links em vários espaços e desenvolvendo uma pastoral contextualizada e urbana". Na IP campinas há uma classe da escola dominical destinada às reflexões acerca da responsabilidade do cristão com a natureza. Intitulada “Igreja Sustentável”, a classe é dirigida por membros da própria igreja, que buscam relacionar as aulas ministradas com as questões seculares que envolvem a conscientização e a ação de todos. "A Escola Dominical da Ipcamp propõe a capacitar melhor os cristãos para enfrentar os desafios da vida! Oferecemos diferentes cursos e os professores e alunos se encontram entusiasmados com esta proposta. No dia 05 de Junho comemoramos o “Dia do Meio Ambiente” na Escola Dominical. Autoridades da cidade e do meio acadêmico participaram de um painel discutindo com pessoas de nossa igreja. A partir deste evento, incluímos o curso “Igreja Sustentável” em nosso currículo. Uma classe de Escola Dominical discute este tema a partir da visão bíblico-teológica. O grupo pensa o tema e já realiza algumas ações em nossa comunidade. Planejamos transformar esta classe em um grupo de ação cristã que haverá de desenvolver inúmeras ações na igreja e na comunidade, cumprindo a ordem de Deus de cuidar do planeta", explicou rev. Wilson. O LIMPA BRASIL é o um movimento que já percorreu em 20 países e atualmente está nas principais capitais do país. Campinas é a única cidade contemplada no país que não é capital. A programação acontecerá em 40 bairros da cidade pretendendo ‘limpar” o lixo da cidade, a partir das 9 horas da manhã. "Os participantes incorporam a figura de “catadores” recolhendo o lixo e encaminhamento a grandes lixeiras. Em nosso caso, adotamos o distrito de Sousas e o encontro dos presbiterianos será na Igreja do distrito, ou seja, a Igreja Presbiteriana de Sousas, onde receberemos a camiseta da campanha e o kit de trabalho, assumindo o movimento: “Eu sou um catador”, afirmou. Ainda de acordo com rev. Wilson, o numero de participantes é difícil de precisar, já que a adesão foi muito boa por parte dos membros da IP Campinas e de igrejas do Presbitério de Campinas. "Felizmente, em Campinas as nossas comunidades encontram-se bem motivadas a campanhas deste tipo em que o nome de Cristo e da Igreja se destacam e testemunham a preocupação da igreja com o povo que também respeita e admira igreja". Para os protestante, segundo ele, essa preocupação deve estar ligada à forma de vida cristã na sociedade. "Em sua raízes históricas, o protestantismo não se limitou às quatro paredes. Aliás, desenvolveu-se nos ambientes acadêmicos e comunitários da Europa. Especialmente, o calvinismo infiltrou-se profundamente na vida social e comunitária das grandes cidades do Séc. XVI. Haja visto a ação de João Calvino que implantou a Teocracia em Genebra e influenciou profunda e positivamente esta importante nação. O pensamento social e econômico de Calvino não é bem conhecido de nossa gente. Algo significativo aconteceria com nossas igrejas se se estudassem a vida e a obra dos reformadores, especialmente dos que escreveram a nossa história. Quem dera a igreja de hoje preservasse as ricas tradições dos que se envolveram e foram bênçãos nas mãos de Deus através da Educação, da Música e da Arte, da Cultura, da Política etc. os cristãos são salvos para servir a Deus, ao próximo, a comunidade. Como dizia o teólogo Emil Brunner: “não existe serviço cristão do eu”. Cristianismo pensa e existe em função do outro, principalmente em buscar e salvar o perdido", concluiu rev. Wilson Emerick. No site da campanha Limpa Brasil há mais informações sobre as formas de colaboração e as cidades participantes. Em 2011, 0 movimento Limpa Brasil Let’s Do It! realizará mutirões de limpeza em diversas cidades brasileiras. A primeira delas, o Rio de Janeiro, aconteceu em 5 de junho, como parte das comemorações da Semana Mundial do Meio Ambiente. Acesse o site da campanha e saiba mais sobre a ação em sua cidade, ou nas proximidades dela, http://limpabrasil.com

domingo, 18 de dezembro de 2011

LIXO É TROCADO POR ALIMENTO

No Brasil, uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) mostra que a Região Sul é a que melhor trata a questão da limpeza urbana. Ali, segundo o documento, só 28% do lixo não tem destino adequado - o menor índice do Brasil. Em Curitiba, a coleta seletiva serve de exemplo para São Paulo: atinge 100% dos moradores. Cabe à população separar o resíduo seco do orgânico. Limpo, o lixo coletado pode ser vendido por um preço mais alto às indústrias de reciclagem. "Nosso segredo está na conscientização das pessoas", afirma José Antônio Andreguetto, secretário municipal do Meio Ambiente. Além disso, em noventa pontos espalhados pela periferia da capital paranaense, 4 quilos de material reciclável são trocados por 1 quilo de alimento. Com essas ações, a coleta cresceu 192% nos últimos cinco anos. Estima-se que 23% do total de resíduos seja reciclado.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

MEIO AMBIENTE (DEFINIÇÃO)

O meio ambiente, comumente chamado apenas de ambiente, envolve todas as coisas vivas e não-vivas, dos reinos animal, vegetal e mineral, que compoem os ecossistemas e a vida de todos os seres vivos.
O termo foi definido na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, celebrada em Estocolmo, em 1972, como sendo “... o conjunto de componentes físicos, químicos, biológicos e sociais capazes de causar efeitos diretos ou indiretos, em um prazo curto ou longo, sobre os seres vivos e as atividades humanas".
O ambiente natural se contrasta com o ambiente construído, que compreende as áreas de componentes estruturais que geralmente sofrem forte influencia do homem, tanto para melhorar como para piorar o seu próprio habitat. Diante disto, podemos concluir que, meio ambiente, compreende o lugar em que estamos: dentro de casa e fora dela tanto na cidade como no campo; no trabalho, na escola, na igreja, no clube, etc. Existem alguns elementos vitais, próprios do meio ambiente, sem os quais nós, humanos, não podemos viver: o ar atmosférico, a água e os alimentos – chamados de Biodiversidade - são, a grosso modo, os principais. Uma terra desértica, devastada, sem água e nenhuma vegetação, não oferece condição de vida, nem para o homem e nem para outros seres vivos, excepto para algumas espécies raras, próprias daquele ambiente. Por esta e muitas outras razões, temos o sagrado dever de preservar o nosso meio ambiente, que compreende toda a Natureza criada, envolvendo a nossa casa, a nossa rua e o campo ao nosso derredor, onde são produzidos os alimentos para a sustentação da vida na Terra.
O problema da brutal poluição ambiental, em consequência da devastação da Natureza, pelas ações do homem, está desafiando os governos das nações ricas e pobres de todo o Mundo. O futuro da Terra está em jogo, visto que a maioria de seus habitantes estão despreocupados com esta situação. Todos nós somos, individual e juntamente com os governantes, responsáveis por tudo isto.
Portanto, vamos colaborar com o Planeta, lembrando sempre: quando nao estamos fazendo nada em favor do meio ambiente, com certeza, estamos colaborando para a sua destruição.

Francisco Machado

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

MEIO AMBIENTE X DESPERDICIO

O desperdício – ou desperdícios, porque aqui vamos falar de dois desperdícios – é uma das principais causas de agressão ambiental que ocorre diuturnamente nos setores, tanto produtivos como dos transportes, da comercialização e dos consumidores de modo geral. Em todas essas circunstâncias acontecem as perdas de bens e serviços em índices alarmantes, sendo os itens principais: o alimento, o vestuário, o mobiliário, os eletrônicos e eletrodomésticos, inclusive os veículos motorizados e todos os demais tipos de máquinas e ferramentas provenientes das indústrias leves e pesadas, o que fatalmente contribui para o encarecimento do produto final para o consumidor. Pesquisas feitas por órgãos e institutos em todo o mundo dão conta de que, tudo o que se desperdiça, ou que se perde, justificadamente ou não, daria para alimentar toda a população faminta do planeta.
Mas, o que é mesmo desperdício? É tudo o que se perde? Ou tudo que se joga fora? Em qualquer dos casos, nem sempre está caracterizado o desperdício. Existem muitos casos de perdas inevitáveis, mas existem também aqueles por descuido, por desleixo ou até mesmo por irresponsabilidade.Também existem os momentos em que jogamos fora não somente o que é descartável, mas também o que é aproveitável. O certo é que, em toda parte onde houver o ser humano ali acontece, inexoravelmente, desperdícios ou perdas, em alta escala, e às vezes muito acima do normal, diga-se de passagem. Desperdiçar não é proibido, proibido é jogar fora, descartar de forma irregular as sobras, os detritos ou restos de materiais julgados imprestáveis para uso comum, em total desrespeito ao meio ambiente. Afinal, todo e qualquer material deve servir para reciclagem ou como matéria prima para fabricação e/ou transformação em produtos essenciais à sociedade. Se determinadas pessoas acham que podem desperdiçar grande parte de tudo que usam, para o seu conforto, isso é um direito delas, entretanto, o que está errado – e,ainda, proibido por lei – é o fato dessas pessoas descartarem de forma ecologicamente errada tudo que lhes sobra, o que caracteriza um segundo desperdício. E este é letal. Vamos ver qual a diferença entre esses dois tipos de desperdício? É o seguinte:
Desperdício Um. É este do qual falamos primeiro: o inevitável, que acontece com ou sem razão; é o responsável pela geração de todo o lixo do mundo, que por sua vez é o causador dos mais graves problemas ambientais, dentre eles a poluição do ar, da terra e das águas. Mas, ele somente fará mal a todo mundo se não for reaproveitado, industrializado e reciclado. Esse primeiro desperdício, que em parte é justificável, pelo fato de nós os consumidores termos a nossa disposição uma quantidade excessiva de produtos descartáveis, poderá assim deixar de ser um problema para o meio ambiente e, ao contrário, proporcionar grandes benefícios à sociedade num todo, tanto na criação de empregos para a classe pobre, como na produção de dos insumos, através da industrialização.
Desperdício Dois. É o mais terrível e injustificável. É inconcebível que tanto material valioso, que daria para tirar da miséria uma população incalculável em todo o mundo, esteja sendo indevidamente descartado de qualquer maneira; jogado fora, seja em lixões a céu aberto ou em aterros controlados ou sanitários – numa tentativa inócua de eliminá-lo do meio ambiente, mesmo a despeito de estar se gastando para isto rios de dinheiro, sem nenhum resultado positivo, nenhum retorno para a sociedade, seja de classe pobre ou rica. É uma riqueza imensa que vai literalmente parar no lixo. “Jogar lixo no lixo?”. Nunca, jamais! Esse jargão tem que ficar no passado, para nunca mais ser lembrado. Todo lixo é composto de matéria prima valiosa. Será que nós, seres humanos racionais, não temos inteligência? Parece que os animais irracionais são mais inteligentes do que nós, pois eles, contrariamente, é que agem de forma racional e em plena harmonia com a Natureza.
Concluindo, podemos dizer que o mais importante em tudo isto, que deve ficar bem claro, é que todo o material descartável, seja limpo ou sujo, orgânico ou inorgânico (úmido ou seco), que está indo indevidamente para o lixo, precisa ser reaproveitado, precisa ter uma destinação ecologicamente correta, e isto poderá ser feito com o aperfeiçoamento da coleta seletiva, de fato e de verdade. Utopia? Demagogia? De forma nenhuma, é facílimo. Só depende de vontade política, com honestidade e amor ao povo brasileiro; é só utilizar a Natureza como nossa aliada principal, e a força braçal da classe trabalhadora mais injustiçada, desamparada e excluída: os catadores de papel. Eles serão os donos da maior empresa prestadora dos serviços de utilidade pública mais importante e mais benéficos à sociedade brasileira: a indústria do lixo. Podemos cooperar? Sim, podemos. Como? Sendo um ativista voluntário do meio ambiente.
Francisco Machado

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O FIM DO MUNDO

“A espécie humana tem 30% de chances de desaparecer nos próximos quatro séculos”. Quem faz esta previsão não é um religioso, mas um filósofo canadense chamado John Leslie, autor do livro intitulado The End of The World (O Fim do Mundo). Os argumentos que ele usa não são religiosos, mas científicos.
Na reportagem intitulada Vamos todos morrer, publicada na revista Super Interessante (novembro de 2000), o repórter Rafael Kenski reuniu as opiniões de gente importante do mundo da ciência para descobrir por que a espécie humana pode desaparecer.
A colisão de um cometa ou asteróide com o planeta seria uma possibilidade. Basta que esse corpo celeste tenha pelo menos um quilômetro de diâmetro e nada mais restará na face da Terra.
Não obstante o fim da guerra fria, o risco de uma guerra nuclear ainda existe. Stefhen Schwartz , diretor da Fundação Educacional de Ciência Nuclear, em Chicago, EUA, afirma que “os mísseis continuam prontos para serem lançados em segundos e a manutenção dos sistemas de segurança é fraca, principalmente na Rússia”. O mesmo cientista garante que “aumentou a chance de uma catástrofe nuclear começar por engano”.
Outro perigo sério que rodeia o planeta é o colapso ambiental. Como conseqüência do chamado efeito estufa – o abafamento causado pelo acúmulo de gazes poluentes na atmosfera – a temperatura do globo terrestre está aumentando.
A última década (l990/2000), foi a mais quente da história. A continuar assim, existe a possibilidade de morrermos torrados. O físico Stefhen Hawking explica: Temo que a atmosfera continue a se aquecer até chegarmos no estado de Vénus, em que o ácido sulfúrico entra espontaneamente em ebulição.
O curioso é que cerca de dois mil anos antes dessas previsões sombrias, um simples pescador do mar da Galiléia anunciou coisas muito parecidas: “Os céus se desfarão com estrondos, os elementos, devorados pelas chamas, se dissolverão e a terra, juntamente com as suas obras, será consumida” (2 Pe 3.l0). E Pedro nada entendia de astronomia ou física. O apóstolo falava da parte de Deus.
A grande diferença entre as previsões científicas e as previsões bíblicas é que estas não terminam com a destruição da espécie humana, mas com uma nota de grande esperança: “Nós, porém, segundo a promessa de Deus, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habitará a justiça” (2 Pe 3.13). (Extraído da revista Ultimato de janeiro/fevereiro 2001).

COMENTÁRIO:

Observem que o artigo da revista Ultimato acima transcrito, foi escrito no ano 2000. A principal previsão (desaparecimento da humanidade), contida em seu parágrafo inicial, era para os primeiros quatro séculos. Hoje, decorrido apenas uma década, as previsões dos mesmos técnicos e cientistas que vemos na mídia, diuturnamente, é que a continuar no ritmo que vai, a mesma previsão fica reduzida para apenas um século, ou seja, daqui a cerca de cem anos, o que poderá ser possível para muitos dos que vivem hoje presenciar estes acontecimentos terríveis, os quais poderão, não trazer o fim da humanidade, mas abreviar os dias da segunda vinda do Filho do Homem, para julgar a terra. Quanto às três “opiniões de gente importante do mundo científico para descobrir por que a espécie humana pode desaparecer” podemos analisá-las da seguinte forma: a) a colisão de um cometa ou asteróide com o nosso planeta; b) o risco de uma guerra nuclear, ainda que por acidente; e c) o sério perigo do colapso ambiental que rodeia a terra. Quer seja no campo científico, quer seja no campo religioso, o que podemos analisar é o seguinte: 1) A primeira causa, é apenas conjectura; é externa, estável e está fora de nosso controle como simples criaturas, embora inteligentes, mas sem nenhum poder para exercer quaisquer influências que possam modificar as leis do Universo criado por Deus; 2) A segunda causa – uma possível guerra nuclear – por se relacionar com a ação do homem (a invenção da bomba atômica), usando a inteligência dada por Deus, mas, de forma irracional. Embora referida tecnologia tenha evoluído tremendamente durante a segunda metade do século passado, pondo em risco a eliminação total da humanidade e de toda a obra da Criação, foi, a sua expansão, por entendimento das grandes potências mundiais, colocada em cheque, havendo até mesmo algum retrocesso com a proibição de novos países que surgiam como pretendentes a ingressar no fechadíssimo Clube Atômico; 3) A terceira causa – o colapso ambiental – cujas conseqüências já se faziam sentir naquele tempo (ano 2000) e que foram expostas com bastante clareza pelo autor do texto, o físico Stephen Hawking, esta não ficou estável, pelo contrário, disparou de tal forma que hoje, apenas dez anos depois, na primeira década do século 21, o que estamos presenciando – e vivenciando – é simplesmente estarrecedor, isto porquê, não vimos uma medida sequer, das que são recomendadas constantemente pelos órgãos internacionais serem postas em prática pelos governantes e população de todo o mundo, pelo menos no que tange aos problemas ambientais. Isto nos leva a acreditar que esta terceira causa é de fato crucial, pois o colapso ambiental, a essa altura, já é uma realidade em todo o planeta. Considerando que esta terceira causa é fortemente influenciada pelo homem, o que podemos e devemos fazer para reverter esta situação?
Das três “opiniões de gente importante do mundo científico, para descobrir por que a espécie humana pode desaparecer”, nós vimos que, dentre as causas apresentadas, a mais ameaçadora é, sem dúvida, a que se refere ao colapso ambiental, tendo em vista o crescimento assustador dos problemas ambientais desde a época em que foi escrito o artigo, no ano 2000. Esta é a razão pela qual podemos reafirmar que a situação é de fato crucial. Daí, a indagação que deixamos no ar: o que podemos e devemos fazer para reverter esta situação? Bem, primeiramente devemos reconhecer e assumir que, os problemas da área ambiental mais comuns, aqueles relacionados com o lixo urbano, são conseqüências de nossa própria irresponsabilidade. Uma vez que nós o geramos de forma excessiva, nós mesmos é que temos o dever de elimina-lo de nosso meio. Mas, como? É muito fácil. Vai depender, primeiramente, de uma tomada de posição por parte de cada indivíduo, de forma global, no sentido de comprometer consigo mesmo e, ao mesmo tempo, incentivar os outros para que também se comprometam em promover uma mudança de hábitos de forma radical, assim: todos os atos que contribuem para agredir o meio ambiente deverão ter em contrapartida um outro gesto para defende-lo das agressões (daremos, ao final, um exemplo só, mas suficiente para comprovar esta verdade). Sabemos que não é possível ninguém viver sem produzir os resíduos, tanto os sólidos como os úmidos; calcula-se que cada indivíduo produza em média um quilo dos dois tipos, por dia, o que equivale dizer que uma cidade com duzentos mil habitantes, pode gerar um volume de duzentos mil quilos, que é igual a duzentas toneladas por dia. E daí? Qual o problema? A coleta do lixo nas cidades nao é de responsabilidade do poder público? Sim, as prefeituras é que administram esse serviço que, na maioria das vezes é terceirizado. Mas elas administram mal, pois o problema do lixo está desafiando os governos municipais do País, quase que na sua totalidade. Quanto maior a cidade maior é o problema do lixo. As razões que levam todas essas administrações públicas do país a esse fracasso, não somos nós que vamos julgar. Entretanto, temos de assumir que também nós, do povo, somos responsáveis e temos a nossa parte de culpa neste fracasso. Acontece que as coletas do lixo, que deveriam ser seletivas, isto é, lixo seco separado do lixo úmido, não estão sendo, porque os moradores não estão fazendo, em suas cozinhas, essa separação. Este seria um dos gestos que iria resolver o grande problema do lixo urbano que vai para os aterros sanitários ou controlados; lixões, para as margens dos rios, etc., sem poder ser tratado, reciclado ou transformado em materiais úteis à sociedade, pelo simples fato de não ser feita a separação rigorosa em nossas cozinhas. Enquanto isso, o mundo desfalece, e a Humanidade caminha para o caos. Que Deus tenha misericórdia de nós, e nos abençoe. Pb Fmachado-(IPBC)
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SEJA UM VOLUNTÁRIO E ATIVISTA DO MEIO AMBIENTE! A NATUREZA AGRADECE

(Publicado no Boletim da Igreja Presbiteriana Brilho Celeste de Governador Valadares-MG, nos dias 24 e 31/07,e 07/08/2011).

segunda-feira, 25 de julho de 2011

MEIO AMBIENTE E AS SACOLINHAS

Sacolas plásticas e meio ambiente: qual é o problema?
Calcula-se que l4 bilhões de sacolinhas plásticas sejam distribuídas nos estabelecimentos comerciais do país a cada ano – para então serem descartadas pelos fregueses e se transformarem em um dos mais danosos elementos da poluição ambiental. Embora fabricadas com material reciclável, estima-se que oito em cada dez sacolas plásticas sejam usadas como saco de lixo e, assim, tenham como destino os aterros sanitários. Antiecológicas da matéria-prima ao processo de produção, elas levam ainda centenas de anos para se degradar. Criam montanhas nos aterros sanitários, entopem córregos e transformam mares em lixões. Por isso, várias cidades estão abrindo guerra contra as sacolas plásticas e criando leis que limitam ou proíbem seu uso no comércio. ‘Estimular o uso de embalagens duráveis é a principal vantagem dessas medidas, pois uma sociedade sustentável não pode se desenvolver com base em produtos descartáveis’, diz Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente. Em Belo Horizonte”. Do site: www.planetasustentavel.abril.com.br .
É incrível, como os nossos governantes, técnicos e assessores, ambientalistas e administradores dos serviços públicos da área ambiental em geral, não atentem para o lado mais fácil e mais viável de como solucionar o problema das sacolas plásticas, que não é, de forma nenhuma, menos grave que os demais materiais descartáveis do mesmo tipo: copos, potinhos de iogurte e mateiga, latinhas de sardinha e outras conservas, embalagens outras (plásticos e metais), garrafas pet, etc. etc., cuja maior parte está sendo irregularmente destinada ao aterro sanitário ou aos lixões, misturado com todo o material orgânico da cozinha (lixo úmido), o que de fato tem sido a causa dos maiores transtornos para o meio ambiente.
Em uma análise rápida do texto em questão, podemos constatar, com a devida vênia, a existência de alguns equívocos cometidos pelo autor:

a) A quantidade imensa de sacolinhas distribuídas em todo o País é de fato assustador. Mas, vejam bem, elas são de material reciclável. Porque então vão para os lixões, aterros sanitários e rios? Todo material descartável é de plástico, e todo material de plástico deve ir para onde? para a reciclagem, é claro. De outra forma estaremos sujeitos às penalidades das leis que tratam dos crimes ambientais;

b) Dizer que "uma sociedade sustentável não pode desenvolver com base em produtos descartáveis" creio não ser nada lógico. O desenvoilvimento industrial dos últimos séculos trouxe ao mundo uma nova forma de convivência globalizada, portanto, não podemos fugir às regras da modernidade, de outra forma estaremos exluídos de todo o contexto mundial;

c) "Estimular o uso de embalagens duráveis é a principal vantagem dessas medidas". Então, podemos chegar às seguintes conclusões: a) o grande problema da sacolinha de plástico não é a quantidade imensa que é fabricada, mas o seu uso abusivo pelos consumidores, que as levam para casa em quantidade muito maior do que o necessário; e b) os mesmos consumidores (nós), que ao invés de separa-las para a COLETA SELETIVA, as entregam para o caminhão do lixo úmido, com o destino que já sabemos muito bem qual é: o malfadado aterro sanitário.

Este, portanto, é o problema das sacolas plásticas, injustamente tidas com as vilãs da maior agressão ao meio ambiente, da atualidade. E aí está a solução para o problema. Vale ainda dizer que, as várias medidas que os técnicos da área estão sugerindo (no topo deste artigo), são todas válidas, e devem ser acatadas pela população. Agora, privar esta mesma população do direito de ter, quando quiser e de forma moderada, algumas sacolas descartáveis, que sejam fornecidas de graça ou vendidas (não importa), contanto que ele tenha este recurso muitas vezes confortável e prático, da mesma forma que tem com relação aos demais tipos de descaráveis, como já frisamos acima.

Francisco Machado

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